quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Deuses do Olimpo

Hoje consegui falar com ELES!
Me ouviram e foram divinos!
Aceitaram o meu pedido
Pra que você nunca deixasse de sonhar!
Pedi também que tivesse
Paciência com minha ignorada insistência.
Por fim pedi desculpas
Fui desculpado
Não sei se perdoado
ELES entenderam
E vão te dizer:
“Ele é apenas um homem chamado Zé
Que anda rápido
Enxerga como um lince
Mesmo usando um “glass onion”.
Sempre banha em águas claras!
Conversa com os passarinhos dos vizinhos - presos
Lambe o vento - solto
Aproxima as pessoas - sempre
Sente saudades de seu amor maior: sua Mãe!
Saudade eterna de seu Pai, não era Zé, mas Adélio Assis Coelho!
É uma pessoa comum.
Percebemos e sentimos
Que ele enxerga o furo que existe na lona do circo.
Nunca deixará de ser amigo dos palhaços tristes.
Pelo furo da lona do circo olhando para o céu ele te descobriu.
Entendemos que você também o descobriu
Olhando pelo furo da lona do mesmo circo.
Vocês são vidas atreladas e estreladas! São a mesma luz!
Vemos vocês dois colhendo manjericão num dia próximo.
Momentos plurais que avistamos daqui de cima.
Estamos te dizendo:
Ele é apenas um homem chamado Zé.
Zé do tempo, do vento, da terra, do mundo, da via-láctea
Bobo feito ele só.
Vamos deixar clarear: ele é apenas um homem de boa vontade.
Ao final de nossa conversa,
Pediu pra te enviarmos estrelas cadentes
Riscando o céu dizendo:
Um oizinho, um beijinho no cantinho do quarto de seus lábios!
Logo em seguida sairá correndo
Senão você poderá ficar brava, brava, brava...
Ele não quer que isso aconteça.
Guarde esta na gaveta do peito.
Breve vai te convidar pra ver seus canteiros de manjericão
Que ele planta na cidade de Igarapé.
Daqui de cima sentimos o cheiro, pode ir, deve ir.
Porque somos Deuses do Olimpo, não há perigo, nem há cobras,
Se permitam
Se contentem
Se colham!
Vão se encontrar no lançamento de seu livro
(Editora Olimpo - Sem data prevista, Mas não deve tardar)
Primeira Redenção
Suspiro do Agora...Hum!
(Tratado do Estado Real da Amplitude)
Poemas e Canções

Inspirados em você
Não se assuste.
Somos invisíveis, divisíveis e multiplicamos o bem!
Guarde esta na gaveta do meio, da mesa central na Fazenda Laranjal
Perto dos pães de queijo feitos nesta manhã!
Ao final de nossa comunhão
Se permitam
Se contentem
Se explorem!
Finalmente avisamos isso não é paixão
Apenas aproximação química
Literária, verbal e visual
Assinamos a verdade.
Enviamos beijos das nuvens!
O Zé continua vivendo na terra
Banhando os pés nos igarapés.
Ele acha que abriu o coração demais
E está até um pouco envergonhado.
Agora vai dar risadas,
Debruçado na janela
Olhando para o céu através da lona do circo que ele te conheceu!
E Nós,
Deuses do Olimpo estamos indo, já é tarde, já é noite e faz frio ”
Fechando contato.

21/08/07

3 comentários:

Adélio do Tempo disse...

Amigão,
Boa tarde, entrei no seu Blog achei muito legal,
diria até emocionante, poder ver o amigo compartilhando com seus amigos o "seu" talento,
sua sensibilidade, coisas que estavam adormecidas.
Lembrei de uma das nossa conversas, onde disse que tinha certeza de seu crescimento após um perído difícil.
Quando da entrada em seu blog, tentei deixar uma mensagem para você, não sei se consegui então estou enviando este e-mail.
Some não cara.
Abraços

Ricardo

Anônimo disse...

Esse tal de "Zé"....tenho certeza quem te conhece não esquece jamais!


Um forte abraço....

Unknown disse...

Retificando "Deuses do Olimpo".
Cada poema toca a alma e a sensibilidade de alguém, algumas palavras lembram de algum tempo em nossas vidas, a infância, coisas simples, que nos marcam, e principalmente o amor pelas pessoas que nos geraram e nos transformaram no que somos hoje.
E este poema tocou muito em mim.
Vc é especial!